Friday, 18 April 2014 11:11

COLUNA PAIVA NETTO: MORTE E RESSURREIÇÃO

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Paiva Netto

Pelos milênios, a celebração da Semana Santa demonstra-nos o inigualável suplício vivenciado por Jesus, o Cristo Ecumênico, o Celeste Estadista, na Sua dedicação extremada em prol da Humanidade. Sendo Espírito sem mácula, o Ungido de Deus voluntariamente carregou nossos erros sobre Seus ombros, a fim de nos livrar da ignorância que origina a Dor.

Pouco antes de ser preso pelos beleguins do poder da época, de conformidade com a narrativa de Lucas (22:39 a 46), o Divino Crucificado reitera para todos nós:

A IMPORTÂNCIA DA PRECE

“E, saindo, foi, como costumava, para o Monte das Oliveiras; e também os Seus discípulos O seguiram. E, quando chegou àquele lugar, disse-lhes: Orai, para que não entreis em tentação. E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres, afasta de mim este cálice; todavia, não se faça a minha vontade, mas a Tua.

“Então, Lhe apareceu um Anjo do Céu, que O confortava. E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o Seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra.

“Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos e os achou como que dormindo de tristeza. E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos, e orai, para que não entreis em tentação”.

O PÃO QUE DESCEU DO CÉU

E de que modo o ser humano pode manter-se acordado dignamente, perante Jesus e a Sua Política Eterna? Alimentando-se do Pão que desceu do Céu, porquanto, antes da definitiva reforma social, necessário se faz realizar a do Espírito, mas com Amor, Justiça e Solidariedade. Afinal, as palavras e exemplos do Sublime Ser, que derramou Seu sangue para o nosso resgate, constituem esse alimento eterno, consoante lemos nas Escrituras:

I —“Eu sou o Pão Vivo que desceu do Céu. Se alguém comer desse Pão, viverá eternamente” (Evangelho de Jesus segundo João, 6:51);
II — “(...) pelo Seu sangue (Jesus) nos libertou dos nossos pecados” (Apocalipse, 1:5).

Dizer-se que o Cristo nos libertou dos nossos pecados significa afirmar que o Divino Mestre nos deixou um roteiro doutrinário excelente para nosso sucesso. Ao seguirmos esse Sagrado Estatuto, com verdadeiro espírito de Caridade e de Justiça, nos transformaremos no esteio de nossos semelhantes. Porquanto, não há pecado maior do que a ausência de Amor solidário para com as criaturas humanas, os cidadãos (ou cidadãs) de cada país.

Prossigamos, pois, aprendendo com Jesus que, superando os dramas do Getsêmani e do Gólgota, ressuscitou dentre os mortos para conforto e esclarecimento dos corações terrenos. E nós ressuscitamos com Ele.

A morte é apenas a abertura de novas experiências de vida. Contudo, que ninguém considere o violento ato do suicídio e suas trágicas consequências como uma escolha libertadora. Tudo, até a morte, tem leis disciplinantes.

Esses e outros comentários fazem parte do livro que estou ultimando: “Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade”.

JORNALISTA ALEXANDRE CALDINI NETO

O ilustre jornalista Alexandre Caldini Neto, presidente do jornal “Valor Econômico”, trouxe-nos recentemente importantes considerações sobre como se deve encarar a morte. Nunca de forma lúgubre, mas de maneira natural. Segundo ele, é um aprendizado que ajuda as pessoas a lidar melhor com a partida de seus entes queridos e também com a sua própria, quando ela chegar.

O dr. Alexandre é autor do livro “A Morte na Visão do Espiritismo”. Agradeço-lhe a fraterna dedicatória que me endereçou: “Caro Paiva Netto, com carinho, gratidão e meus parabéns pelo belo trabalho. Tomara que a leitura seja agradável e útil. Um bom abraço. Caldini”.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. -paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com

Esequias Cardoso

Esequias Cardoso é professor concursado da rede oficial de ensino do Estado de Pernambuco, graduado e pós graduado em História, pela Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde - AESA e Universidade de Pernambuco - UPE respectivamente. Professor do Programa de escola Integral , atuando na Escola de Referência em Ensino Médio Olavo Bilac - Sertânia.  

Agnóstico por convicção, mas também não menos convicto de que há no mundo duas forças o BEM e o MAL, e que seguir o BEM está muito, mais muito além de qualquer crença religiosa e que este é o sentimento que deve nortear o homem, assim como o comportamento das pessoas para que tenhamos um mundo melhor.

Sensível e apaixonado por pessoas sinceras, verdadeiras, humildes e sobretudo pelo que faz. Tem uma verdadeira mania de olhar nos olhos das pessoas, pois entende que são eles, os olhos,  que revelam a verdade das palavras.

"Meu trabalho pode até não mudar o mundo, mas tenho certeza de que é com ele que contribuo todos os dias para um mundo melhor". 

É isso aí. Esse é o nosso editor!!!

Contatos com a Redação: (87) 3841-2942/3841-2598/9948-0314/9173-4946

Website: www.tribunadomoxoto.com.br

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