Esequias Cardoso

Esequias Cardoso

Esequias Cardoso é professor concursado da rede oficial de ensino do Estado de Pernambuco, graduado e pós graduado em História, pela Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde - AESA e Universidade de Pernambuco - UPE respectivamente. Professor do Programa de escola Integral , atuando na Escola de Referência em Ensino Médio Olavo Bilac - Sertânia.  

Agnóstico por convicção, mas também não menos convicto de que há no mundo duas forças o BEM e o MAL, e que seguir o BEM está muito, mais muito além de qualquer crença religiosa e que este é o sentimento que deve nortear o homem, assim como o comportamento das pessoas para que tenhamos um mundo melhor.

Sensível e apaixonado por pessoas sinceras, verdadeiras, humildes e sobretudo pelo que faz. Tem uma verdadeira mania de olhar nos olhos das pessoas, pois entende que são eles, os olhos,  que revelam a verdade das palavras.

"Meu trabalho pode até não mudar o mundo, mas tenho certeza de que é com ele que contribuo todos os dias para um mundo melhor". 

É isso aí. Esse é o nosso editor!!!

Contatos com a Redação: (87) 3841-2942/3841-2598/9948-0314/9173-4946

economia-telexfree-carlos-costa-20130726-01-size-598O diretor de marketing da TelexFree, Carlos Costa, divulgou às 22h35 de segunda-feira um vídeo na página da filial brasileira no Facebook. Com o pomposo nome de "Plantão TelexFree" para marcar o tom urgente da "notícia", Costa prometeu "elucidar", ponto a ponto, todos os questionamentos feitos pelo programa Fantástico, da Rede Globo, na noite de domingo, que apresentou o histórico da empresa, acusada de formação de pirâmide financeira no Brasil e nos Estados Unidos.

Em 19 minutos e 17 segundos, Costa tentou mostrar a TelexFree não é uma pirâmide financeira e que o trabalho em equipe é que permite o sucesso na venda de pacotes dos serviços de VoIP (voz sobre Protocolo de Internet). Segundo ele, a empresa não tem qualquer tipo de reclamação. Ela vende pacotes no atacado, e não há vítimas porque a empresa não opera produtos financeiros: a relação com o divulgador é de compra e venda. "Não somos poupança ou aplicação. O divulgador compra no atacado para revender", diz Costa. "Somos mal interpretados."

'Mutirão' – O programa da Rede Globo entrou na sede da empresa em Vitória, no Espírito Santo, e encontrou uma equipe trabalhando normalmente – o que seria um descumprimento à decisão judicial. Mas, segundo Costa, o que foi mostrado era um "mutirão da devolução" (o que ele reafirmou duas vezes no vídeo), única maneira de devolver o dinheiro aos chamados divulgadores. "Prometi e estamos cumprindo à risca. A empresa não está descumprindo a sentença, ok?!"

Em dois momentos da gravação, Costa apresenta dados de auditoria da Receita Federal do Brasil para mostrar que 96% do faturamento da TelexFree vem dos serviços de VoIP, ao contrário das investigações que mostraram que apenas 1% vem da venda do seu principal produto. No final do 37º Plantão, Costa é categórico: "A empresa vai voltar mais forte ainda."

Seu último vídeo data de 6 de maio, quando ele foi obrigado a comparecer a uma reunião com perícias de uma consultoria que avalia a viabilidade econômica da empresa. Antes das investigações esquentarem nos EUA, Costa costumava postar vídeos do "Plantão TelexFree" quase semanalmente. As críticas dos divulgares à empresa estão cada vez mais duras e as pessoas pedem o dinheiro de volta.

Costa é um dos poucos líderes da empresa que não foi condenado ao crime de pirâmide financeira nos Estados Unidos, onde as investigações já estão em estágio mais avançado que no Brasil. No dia 9 de maio, o fundador da empresa, James Merrill, foi preso nos Estados Unidos e teve seu pedido de pagamento de fiança e liberdade rejeitado pela Justiça do país na última sexta-feira. Um novo julgamento sobre sua liberdade provisória será feito nesta terça-feira. Enquanto isso, seu sócio na empresa, Carlos Wanzeler, está foragido e a polícia americana acredita já esteja no Brasil, para onde fugiu em meados de abril, antes de ter sua prisão decretada.

Outros seis integrantes da TelexFree nos EUA estão sendo investigados por sua participação na empresa que é acusada de praticar crimes financeiros, em um esquema insustentável de pirâmide financeira que levantou 1 bilhão de dólares no mundo. Carlos Costa só se livrou das acusações porque vendeu sua participação de 30% na empresa americana anos atrás, mas continuou como líder da filial brasileira.

Cenário - Os bens da TelexFree foram bloqueados pela Justiça de Massachussetts no mês passado e o diretor financeiro da empresa, Joseph Craft, foi pego tentando fugir com inúmeros cheques no valor de 38 milhões de dólares destinados aos donos da TelexFree nos EUA, James Merrill e Carlos Wanzeler (Carlos Costa afirma que os cheques estavam sendo levados para perícia nos EUA). Segundo a procuradora Carmen M. Ortiz, que assinou parecer sobre o caso, o escopo da suposta fraude "é de tirar o fôlego". "Esses réus planejaram um esquema que captou centenas de milhões de dólares de pessoas que trabalham duro no mundo todo."

A filial brasileira está sob investigação desde o ano passado por prática de pirâmide no Brasil, com os bens bloqueados e impedida de funcionar por uma decisão da Justiça do Acre. Ela foi recentemente condenada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, órgão da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJ) a pagar uma multa de 5,59 milhões de reais por operar "esquema financeiro piramidal", que é crime contra a economia popular no Brasil.

1905policiaisdA deputada Terezinha Nunes (PSDB) participou de reunião com o comissão dos policiais militares que estiveram à frente da greve da categoria para ajustar pontos que foram acordados com governo do Estado para por fim ao movimento paredista.

No encontro, que aconteceu hoje (19) na Assembleia Legislativa de Pernambuco, os policiais garantiram que não vão aderir à paralisação nacional das PMs que está marcada para a próxima quarta-feira.

Segundo Terezinha a decisão trouxe alívio para a população pernambucana que sofreu com as consequências da recente greve dos policiais militares.

“ A sociedade não merece passar por outra onda de saques, violência e insegurança “, defendeu.

Os deputados Daniel Coelho (PSDB), Sérgio leite (PT), Alberto Feitosa (PSB), Odacir Amorim (PT) e Augusto César (PTB) também participaram da reunião.

As polícias Federal, Rodoviária Federal e policiais civis de 14 Estados, entre eles São Paulo e Rio, prometem parar na quarta-feira (21).

O ato nacional reivindica uma reformulação na política de segurança pública para o Brasil. Outras policiais civis devem aderir ao movimento. Até esta terça, 20, policiais de mais cinco Estados e do Distrito Federal se reúnem em assembleia para definir a participação no movimento.

O movimento de paralisação, por 24 horas, é organizado pela Cobrapol e pela Fenapef (Federação Nacional de Policiais Federais) e pela Fenaprf (Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais).

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Nesta terça-feira, dia 20, o site Tribuna do Moxotó amanhece de cara nova, com um novo visual, novo formato, tudo para garantir aos nossos leitores uma linguagem dinâmica e agradável.

As matérias principais estão logo na frente e ao clicar o leitor vai para dentro do site e ali pode ler e comentar através da página do facebook. Também temos os vídeos onde o leitor pode acessar numa definição de qualidade e numa pagina inteira.

Nossos patrocinadores estão na primeira página e ao clicar na imagem ela aparece com destaque na frente do site.

Foram algumas mudanças dos 6 anos do site que já faz parte da história dos sertanienses e agora com novo slogan: Tribuna do Moxotó, aqui a notícia chega primeiro.

Aos nossos leitores nossos agradecimentos pelo acesso diário, aos nossos parceiros empresários nossos agradecimentos também por acreditar no nosso trabalho. Fiquem certo, o Tribuna do Moxotó foi feito para todos vocês!

1163f9e54094b1da44681461179d5707Após as manifestações que culminaram com a greve dos policiais militares que assustou a população, é a vez dos policiais civis. De acordo com o presidente da União dos Escrivães de Polícia de Pernambuco (Uneppe), Divanildo Gonçalves, a partir de 0h desta segunda-feira (19) começa uma operação padrão, na qual os profissionais só trabalham na delegacia na presença do delegado e vão para a rua somente com coletes à prova de balas e ordem de serviço por escrito. Participam da operação escrivães, agentes, peritos papiloscopistas e comissários.

Em contrapartida, a diretoria do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Pernambuco (Sinpol-PE) esclarece, por meio de nota, que não existe nenhuma deliberação em assembleia por parte da categoria quanto a qualquer ato de protesto. A operação padrão está sendo organizada por um grupo dissidente.
 
Além da operação padrão também está prevista uma passeata na próxima quarta-feira (21), às 15h. A concentração será na Praça Oswaldo Cruz, na Boa Vista, com destino ao Palácio do Campo das Princesas e Assembleia Legislativa, no Centro do Recife. A principal reinvindicação é que todos os policiais recebam o mesmo percentual da gratificação de risco de morte. Atualmente, os delegados recebem 225% e os policiais, em geral, apenas 100% sobre o salário base.
 
A categoria está mobilizando os policiais que não forem para a passeata para ficarem de braços cruzados em frente às delegacias vestidos com camisas brancas.
 
De acordo com o presidente da Uneppe, Divanildo Gonçalves, o salário dos policiais civis de Pernambuco é o mais baixo do Brasil. Atualmente, o salário base é de, aproximadamente, R$ 1.400. Um acordo aprovado em 2011 entre o governo estadual e o Sinpol prevê aumento gradual do salário base dos policiais civis, através do plano de cargos e carreira. Em 2012 e 2013 foram feitos dados reajustes de 8,40% e 8,14%, respectivamente. Em junho de 2014 já está previsto um aumento de 14,55%, resultando em um salário de R$ 1.633,34. A Uneppe denuncia também excesso de horas extras devido à falta de policiais.
 
"Além disso, o movimento surgiu após a má administração do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE). Hoje, a maioria dos policiais não aceita o sindicato como representante legal", denuncia. A manifestação do dia 21 está sendo organizada pela Confederação Nacional dos Policiais Civis do Brasil (Cobrapol) em todo o País, mas, segundo o Sinpol, o órgão não foi oficialmente comunicado, por isso não aderiu ao movimento.
 
No Recife, a previsão é de que participem caravanas de cidades como Caruaru, Vitória de Santo Antão, Goiana, Limoeiro, Garanhuns, Palmares, Santa Cruz do Capibaribe, Afogados da Ingazeira e Petrolina. A estimativa da diretoria é de que pelo menos dois mil policiais esteja presentes na caminhada.

Depois da manifestação haverá uma assembleia para decidir se a operação padrão continua.

Do NE10

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Para mergulhar um Estado na mais completa desordem, tudo o que a polícia tem a fazer é nada fazer – e os ladrões, traficantes, agitadores e saqueadores "profissionais" e de ocasião cuidarão do restante. As cenas de saques e vandalismo em Pernambuco, mergulhado numa crise de segurança pública após três dias de greve da PM e dos bombeiros, saltaram para o topo da pauta dos governadores, principalmente onde há cidades-sede da Copa do Mundo. Quem não acordou para o problema será despertado de forma estridente na próxima quarta-feira, quando está prevista uma paralisação nacional dos policiais, com convites às forças militares, civis e federais. O protesto, programado propositalmente para as vésperas da Copa, traz o risco de novas situações de tensão, com possíveis consequências nas urnas, a cinco meses das eleições de 5 de outubro.

É certo que o salário do policial no Brasil é baixíssimo. E também não há dúvida de que em qualquer movimento como o de agora há quem queira navegar nos ventos da convulsão social. O terceiro componente do problema é a forma desastrada como as negociações desse tipo têm sido conduzidas. Ex-secretário adjunto de Defesa Social de Minas Gerais e professor da PUC-MG, o sociólogo Luis Flavio Sapori avalia que governadores têm tratado reivindicações trabalhistas de policiais como afronta à autoridade. Em 2012, bombeiros, PMs e policiais civis rebelaram-se em vários Estados. A baderna maior se deu na Bahia, agravada pela postura vacilante do governo do petista de Jacques Wagner. Com militares de braços cruzados, Wagner deixou a situação correr, não estabeleceu um canal eficiente de negociação com os grevistas e custou a admitir que tinha perdido o controle da situação. Quando finalmente pediu ajuda da Força Nacional de Segurança (FNS), o prédio da Assembleia Legislativa da Bahia estava ocupado por grevistas, que entraram em choque com tropas do Exército, FNS e da PF.

Leia também: Termina greve da PM em Pernambuco

A reputação do governador baiano ficou em frangalhos, mas a lição não surtiu efeito produtivo país afora. O governador pernambucano João Lyra Neto (PSB) recebeu do antecessor, Eduardo Campos, uma Polícia Militar em ponto de ebulição. Manteve a política de não negociar com grevistas, com a greve julgada ilegal. Os policiais ignoraram a decisão judicial, a cidade mergulhou no caos e quem pagou o pato foi a população. De quebra, enquanto as lojas de Recife eram saqueadas, a equipe da campanha publicou na internet uma foto de Campos com a mulher e o filho caçula viajando em um jatinho – a imagem foi retirada, mas o grito de guerra contra ele foi inevitável entre os grevistas.

Os policiais voltaram ao serviço nesta sexta-feira. A paz, não. Até que o policiamento se reorganize, a população está vulnerável, como esteve na madrugada e na manhã seguintes ao fim da greve, período em que houve assassinatos, assaltos e saques na Região Metropolitana de Recife. Os policiais, desgastados, acabaram ficando com o que já estava previamente negociado com o governo do Estado desde 2011: reajuste de 14,55% programado para junho, incorporação da gratificação por “risco operacional” também pelos militares da reserva e promessas de melhorias nas condições de promoção e de saúde no hospital da PM. “A sociedade pernambucana não pode pagar o prejuízo”, admitiu, na quinta-feira, um dos líderes da greve, o soldado Joel do Carmo.

Greve-policia-militar-Recife-03-size-598“Há sempre interesses de partidos, de pessoas que aproveitam a liderança para ganhar projeção. Mas os governadores têm tratado essas greves com uma lógica de confronto. É o que Pernambuco fez agora. Mesmo em uma paralisação considerada ilegal, não se pode abrir mão de negociar. É fundamental criar canais de negociação. O corporativismo tomou conta desses movimentos. E os governadores pioraram a situação porque não tiveram capacidade de negociar”, afirma Sapori.

Pernambuco tem um histórico de greves de policiais desastrosamente conduzidas. Em julho de 1997, uma greve que durou doze dias deixou as ruas do Recife à mercê da criminalidade. O então governador, Miguel Arraes, solicitou apoio das Forças Armadas e foram enviados para o Estado 1.030 homens do Exército, com veículos blindados. No período da paralisação da polícia, houve setenta assassinatos, catorze postos policiais foram depredados, seis incendiados. Um soldado morreu com um tiro na cabeça, quando atuava em um assalto. Quatro anos depois, o Exército precisou voltar às ruas para socorrer os pernambucanos, no governo Jarbas Vasconcelos (PSDB). Os oficiais que haviam conduzido a primeira greve negociavam um adiamento da mobilização. Os praças, no entanto, cobravam aumento imediato do piso de 500 para 900 reais. Diante do impasse, os PMs marcharam, armados, até a Praça da República, onde fica a sede do governo. No dia mais tenso da mobilização, dois grupos de policiais militares se enfrentaram com tiros.

O pesquisador José Vicente Tavares, professor da UFRGS, dedicou-se a monitorar greves policiais desde a redemocratização. De tão recorrentes as demandas, acredita ele, greves desse tipo devem ser encaradas como uma crise estrutural da segurança pública. “O salário é a ponta do iceberg. Essas greves usam conjunturas favoráveis, como eleições ou Copa do Mundo, mas há uma crise institucional nas polícias”, afirma.

A repetição de movimentos grevistas nas forças de segurança favoreceu o surgimento de uma bancada de policiais nos Legislativos federal, estadual e municipal. Ao fim, esses movimentos serviram para impulsionar pretensões eleitorais. Mas, no poder, os sindicalistas-grevistas não contribuíram para amenizar os problemas que as paralisações de policiais causam nas ruas. “Greves policiais não são um problema deste ou daquele governo. Temos que encarar como uma questão social e política. Houve um incremento na presença de agentes das mais variadas corporações no Legislativo, mas as paralisações ainda ganham contornos dramáticos”, afirma Tavares.

Paralisação nacional – Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Gandra, que lidera o movimento, o protesto de quarta-feira será feito para cobrar “melhorias na segurança pública”. “A população deve ser compreensiva com o movimento”, diz Gandra. Não será fácil obter aprovação popular se as cenas de Pernambuco se repetirem. E é evidente que a mobilização nacional, e o momento escolhido para a manifestação, tem mais relação com salários do que com combate ao crime.

No Rio de Janeiro, os policiais civis penduraram em frente à Chefia de Polícia um grande cartaz lembrando ao governador Luiz Fernando Pezão que “a decisão é dele”. Os agentes, que reivindicam a incorporação ao salário de uma gratificação de 850 reais, decidirão em assembleia na próxima quarta-feira, no Clube Municipal, na Tijuca, se haverá paralisação em todas as delegacias do Estado. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol), Francisco Chao, a incorporação da gratificação vem sendo discutida com o governo do estado desde o ano passado. Em abril, a categoria estabeleceu um prazo, que se esgotou na última quinta-feira, para que o governador Luiz Fernando Pezão apresentasse o projeto de incorporação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O projeto, no entanto, não foi levado aos deputados. Segundo o Sindpol, o salário inicial bruto de um agente é de cerca de 4.500 reais, incluindo a gratificação Delegacia Legal. Com os descontos, o valor líquido cai para 3.500 reais. O ganho de um delegado no início da carreira, segundo planilha do Sindpol, é de 15.000 reais.

No Rio a arapuca está armada para Pezão, pré-candidato do PMDB ao governo: a Polícia Militar está pronta para, em caso de vitória dos colegas civis, deflagrar imediatamente um movimento reivindicatório. Ou seja: se Pezão não atender, complica-se com a Civil; se ceder, fica na mão dos militares.

PEC 300 – Na greve de 2012, como na de agora, a meta nunca alcançada pelos grevistas é a PEC 300 – que, em resumo, equipara os salários dos policiais de todo o país ao da PM do Distrito Federal, atualmente na casa dos 4.200 reais. Cada estado, é verdade, tem uma realidade econômica e um orçamento público próprios, com limitações e tamanhos diferentes. Acontece que, para surpresa – apenas – de quem não acompanha a novela desde o início, todos os Estados tiveram, há quatro anos, uma promessa de socorro para implantar a realidade salarial da capital. Fazer da PEC 300 uma realidade foi compromisso de campanha de Dilma Rousseff, pois, justamente pelas diferenças entre os estados, é necessário que a União complemente os salários nas unidades da federação mais estranguladas.

A PEC deixou de ser prioridade tão logo a presidente subiu a rampa do Planalto. Agora, quando está mais perto de descê-la do que em qualquer momento dos últimos quatro anos – como indicam as últimas pesquisas de intenção de voto – Dilma tem algumas contas a fazer. Uma, aritmética, diz respeito ao quanto custaria levar à frente a equiparação, comprometendo mais uma fatia do orçamento da União. A outra, estratégica e política, leva em consideração os efeitos dos levantes nos estados.

Veja.abril

novidadeO Tribuna do  Moxotó, completa no dia 24 de maio, aniversário de Sertânia, mas um ano interagindo com sertanienses e todos da região. São 6 anos contando e moldado a nossa história.

O Tribuna do Moxotó existiam antes disso no formato jornal impresso e já faz parte do cotidiano dos nossos leitores, principalmente os que moram fora da "terrinha". É através do nosso site que todos ficam por dentro de tudo que o ocorre em Sertânia. Em respeito aos nossos leitores é que estamos sempre renovando a nossa página e levando para cada leitor a notícia verdade.

Na página o leitor vai contar coma TV Tribuna do Moxotó e os comentários voltam a ser pelo facebook, portanto, todos têm que ter uma página no face para fazer seus comentários. Acaba o anonimato. As mudanças deverão agradar a todos.

Pelo face você pode nos parabenizar e dar sua opinião sobre nosso novo visual.

Tribuna do Moxotó, 6 anos contando a nossa história. Agora com novo visual. Aguardem!!!

Coletiva da Operação Pernambuco

O Governo de Pernambuco fará um acompanhamento permanente das ações que vem sendo realizadas pela Força Nacional e pelo Exército brasileiro, integradas com a Secretaria de Defesa Social do Estado. Na próxima segunda-feira (19/05), será divulgado o relatório das ações do final de semana O anúncio foi feito após reunião do governador João Lyra com o general Jesus Correia, comandante da 7ª Região Militar e responsável pela Operação Pernambuco, deflagrada na última quinta-feira (18/05). A partir da próxima semana, serão divulgados relatórios diários de acompanhamento da operação, que se estenderá até o dia 29 deste mês, conforme decreto de garantia e ordem.

"A Comissão Permanente, formada por integrantes do Governo, através da Secretaria de Defesa Social, e por membros do Exército e da Força Nacional, irá monitorar o comportamento neste final de semana e apresentar o balanço dessas ações na segunda-feira. Esses balanços passarão a ser divulgados diariamente. Vamos utilizar essa mesma estrutura para fazer o acompanhamento da Região Metropolitana e do Interior do Estado", explicou secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez.

O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, pontuou que mesmo com o fim da greve da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, e o consequente retorno dos militares às suas atividades, a decisão do governador João Lyra é de manter a operação conjunta com o Exército brasileiro e a Força Nacional nos próximos dias. "Após a declaração de encerramento da greve, acompanhamos o efetivo retorno dos policiais militares e dos bombeiros ao serviço. Isso se deu de forma gradual, em todas as unidades, incluindo as trocas de turno. Tudo correu bem, colocamos todas as viaturas e todo o nosso efetivo na rua", destacou. "O policiamento retornou à condição normal. Tudo corre como corria antes do movimento. Mas o efetivo da Força Nacional e do Exército continuará no Estado. O decreto de garantia da lei e da ordem vai até o dia 29. Estamos avaliando, dando mais tempo, porque é prudente, apesar de tudo estar normal, e já que houve todo esse trabalho de logística, que a tropa permaneça por mais tempo, além de ser viável o seu retorno, na data máxima, ou antes, a depender de decisão do governador", completou Carvalho.

"Fizemos um périplo por boa parte da cidade do Recife, percorrendo os principais pontos, nos quais temos tropas do Exército e da própria Polícia Militar já retornando às suas atividades. Constatamos que a vida da população vem sendo retomada, dentro do seu cotidiano de normalidade e tranquilidade. Acreditamos que com o continuar da operação, prevista para seguir até o dia 29 de maio, teremos totalmente restabelecidas as condições de vida da sociedade", afirmou o general Jesus Correia, que informou ainda a presença de 1.300 militares na Região Metropolitana do Recife e outros 900 no Interior pernambucano.


FONTE: Secretaria de Imprensa de Pernambuco. FOTO: César de Almeida/Secretaria da Casa Civil. Via email para o Tribuna do Moxotó

cristina-amaral A cantora Cristina Amaral, que soma mais de 30 anos de carreira, lança o seu 13º disco neste fim de semana. Batizado de 13 de junho, o álbum conta com 13 músicas, sendo algumas inéditas e outras regravações de artistas nordestinos.  O show de lançamento da novo trabalho da pernambucana será neste sábado, às 19h, no Teatro Eva Herz, localizado na Livraria Cultura do RioMar.

Cristina esteve no último domingo em Sertânia abrilhantando a festa das mães.

c0db018dbafdee37b4b93bd739479440Após três dias de braços cruzados, termina a greve da Polícia Militar e Bombeiros de Pernambuco. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (15) à noite, depois de assembleia tensa dos PMs, ao lado do Palácio do Campo das Princesas, área central do Recife. A paralisação começou na última terça-feira (13) e, nas últimas 48 horas, a população pernambucana viveu um verdadeiro clima de guerra, com tanques do Exército circulando nas ruas da Região Metropolitana do Recife. O fim da greve não foi unânime, mas os soldados devem voltar ao trabalho na noite desta quinta.

A categoria conquistou quatro pontos considerados emergenciais. São eles: incorporação de gratificação por risco de morte ao salário base, beneficiando ativos e inativos; plano de cargos e carreiras a partir da próxima segunda-feira (19), com a criação de uma comissão que irá avaliar junto aos deputados estaduais as promoções na categoria; reestruturação do Hospital da Polícia Militar e criação de unidades de saúde para a categoria no interior do Estado; além da promessa do governo estadual de que o aumento salarial voltará a ser debatido na primeira semana de janeiro de 2015, após os impedimentos causados pela lei de responsabilidade fiscal e lei eleitoral.

O clima de insegurança começou com ondas de boatos nas redes sociais e se concretizou com cenas de vandalismo e saques em vários supermercados. Nesta quinta-feira terceiro dia da greve, lojas, escolas e instituições públicas fecharam as portas. A Força Nacional de Segurança do Exército esteve nas ruas na ação intitulada "Operação Pernambuco".

Nessa quarta-feira, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) declarou a ilegalidade da greve.

20140515010130 cv arcoverde gdeA prefeita Madalena Britto anuncia que foi solicitado apoio ao 71º Batalhão de Infantaria Motorizada, em Garanhuns. Chega ainda, nessa quinta-feira (15), 40 militares do exército para o reforço da segurança de Arcoverde.

(Comércio fechado em Arcoverde nesta quinta-feira: temor a saques)

A gestora pede tranquilidade à população da cidade e que esteve em contato com o Comandante do 3º BPM, Walmer Zeferino. Ele informou que existem 20 % do contingente nas ruas, em viaturas, fazendo rondas no centro e bairro e ainda enfatizou que se houver qualquer chamado de emergência, o mesmo será atendido.

Em contato também com a delegacia municipal, não houve nenhum registro de assalto, saques ou arrastão, que tudo passou de boatos e terrorismo.

Mas mesmo com toda a situação pacífica da cidade, Madalena, sensibilizada com estado de tensão instalado na cidade, com comércio de portas fechadas, reuniu-se com a  Associação Comercial e Empresarial de Arcoverde – ACA e optou pelo reforço para Arcoverde.

Os militares estarão acampados no Tiro de Guerra e terá toda alimentação oferecida pela prefeitura. “A busca é sempre no melhor para nosso povo. Garanto, que enquanto não for solucionada a situação da Polícia Militar de Pernambuco, em Arcoverde não faltará segurança!”, declara a prefeita.

Fábio Santos  DRT/PE 2560

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